Marcos 13;9-13
"Mas olhai por vós mesmos,porque vos entregarão aos conclílios e ás sinagogas;sereis açoitados e sereis apresentados ante governadores e reis,por amor de mim,para lhes servir de testemunho.Mas,importa que o evangelho seja primeiramente pregado entre todas as nações;Quando ,pois ,vos conduzirem para vos entregarem,não estejais solícitos de antemão pelo que haveis de dizer;mas o que vos for dado naquela hora,isso falai;porque não sois vós os que falais,mas o Espirito Santo. E o irmão entregará á morte o irmão,e o pai,o filho;e levantar-se-ão os filhos contra os pais e os farão morrer. E sereis aborrecidos por todos por amor do meu nome;mas,quem perseverar até o fim,esse será salvo."
1.12.11
Não negue a Jesus.....Seja forte e corajoso....
Na palavra do Senhor diz:"Se me negardes perante os homens,te negarei perante meu Pai."Não deixe de seguir com sua fé,pois em breve Jesus voltará pra nos buscar.
30.11.11
Valor Econômico’ publica matéria sobre trabalhos missionários na África
A publicação Valor Econômico divulgou em seu portal que missionários brasileiros de diversas profissões têm viajado para a propagação do Cristianismo em vários países.
Em Moçambique, um grupo de missionárias brasileiras realizou um encontro de mulheres cristãs em Nampula, no norte do país e reuniu 120 mães junto de seus filhos, e contaram histórias bíblicas, ensinaram trabalhos manuais e fizeram palestras sobre saúde, entre outras atividades.
O Brasil é um dos países que mais enviam missionários ao exterior, o que explica o crescimento de evangélicos que são estimulados pelas igrejas e agências missionárias à formação desses agentes religiosos. Hoje, o país só é superado pelos EUA, que no ano passado tinha 127 mil pessoas pregando no exterior, enquanto o Brasil tinha 34 mil pessoas divulgando a Palavra de Deus fora de suas fronteiras.
O casal Antonio e Sirley Silva que pertence à Junta de Missões Mundiais (JMM) da Convenção Batista Brasileira, uma instituição com 600 missionários em 58 países, é professor de Teologia e lidera em Nampula um programa de educação pré-escolar que também é aplicado em outros países e presta atendimento para aproximadamente duas mil crianças, de quatro até cinco anos, com conteúdo baseado na “Bíblia”.
Integrantes do grupo de teatro Oxigênio, da Igreja Presbiteriana Central de Curitiba (PR), embarcaram em julho para Madri, na Espanha, e fizeram apresentações de rua e em igrejas para 4 mil pessoas em 21 dias. Até uma penitenciária de Madri entrou no roteiro. O trabalho foi realizado em parceria com a agência Jovens com Uma Missão (Jocum), que atua em 180 países e reúne representantes de várias igrejas. O braço brasileiro da Jocum conta com 250 missionários em outros países.
No caso das mulheres enviadas a Moçambique, o tempo de preparação para a viagem começou meses antes. Elas buscaram informações sobre o país e fizeram levantamento de doações. Há na região muitas viúvas, algumas infectadas com o vírus da malária e da AIDS. “Na África, sem a igreja, o sofrimento seria maior”, afirma o padre Camilo Pauletti, diretor das Pontifícias Obras Missionárias (POM), que tem 52 anos e morou 6 em Moçambique. De acordo com ele, a atividade exercida lá “não era apenas de evangelização, mas de promoção humana”.
A reportagem, assinada por Marli Lima, ocupa significativo espaço no jornal, revela a ação de missionários e o valor da iniciativa em percorrer culturas diferentes com uma proposta cristã. Segundo Valor Econômico, o crescimento da população de evangélicos é fator para a presença marcante de brasileiros em missões no exterior.
Fonte: Valor Econômico
Em Moçambique, um grupo de missionárias brasileiras realizou um encontro de mulheres cristãs em Nampula, no norte do país e reuniu 120 mães junto de seus filhos, e contaram histórias bíblicas, ensinaram trabalhos manuais e fizeram palestras sobre saúde, entre outras atividades.
O Brasil é um dos países que mais enviam missionários ao exterior, o que explica o crescimento de evangélicos que são estimulados pelas igrejas e agências missionárias à formação desses agentes religiosos. Hoje, o país só é superado pelos EUA, que no ano passado tinha 127 mil pessoas pregando no exterior, enquanto o Brasil tinha 34 mil pessoas divulgando a Palavra de Deus fora de suas fronteiras.
O casal Antonio e Sirley Silva que pertence à Junta de Missões Mundiais (JMM) da Convenção Batista Brasileira, uma instituição com 600 missionários em 58 países, é professor de Teologia e lidera em Nampula um programa de educação pré-escolar que também é aplicado em outros países e presta atendimento para aproximadamente duas mil crianças, de quatro até cinco anos, com conteúdo baseado na “Bíblia”.
Integrantes do grupo de teatro Oxigênio, da Igreja Presbiteriana Central de Curitiba (PR), embarcaram em julho para Madri, na Espanha, e fizeram apresentações de rua e em igrejas para 4 mil pessoas em 21 dias. Até uma penitenciária de Madri entrou no roteiro. O trabalho foi realizado em parceria com a agência Jovens com Uma Missão (Jocum), que atua em 180 países e reúne representantes de várias igrejas. O braço brasileiro da Jocum conta com 250 missionários em outros países.
No caso das mulheres enviadas a Moçambique, o tempo de preparação para a viagem começou meses antes. Elas buscaram informações sobre o país e fizeram levantamento de doações. Há na região muitas viúvas, algumas infectadas com o vírus da malária e da AIDS. “Na África, sem a igreja, o sofrimento seria maior”, afirma o padre Camilo Pauletti, diretor das Pontifícias Obras Missionárias (POM), que tem 52 anos e morou 6 em Moçambique. De acordo com ele, a atividade exercida lá “não era apenas de evangelização, mas de promoção humana”.
A reportagem, assinada por Marli Lima, ocupa significativo espaço no jornal, revela a ação de missionários e o valor da iniciativa em percorrer culturas diferentes com uma proposta cristã. Segundo Valor Econômico, o crescimento da população de evangélicos é fator para a presença marcante de brasileiros em missões no exterior.
Fonte: Valor Econômico
29.11.11
Sinal do Apocalipse? Organização das Nações Unidas propõe moeda global única
A UNCTAD, Conferência da ONU para o comércio e o desenvolvimento, avalia que o sistema atual de reserva internacional é um dos principais responsáveis pela crise econômica atual. O órgão pediu esta semana uma reforma abrangente, pois seus estudos mostram que, considerando a proporção do PIB, um país como o Brasil gastou mais do que os EUA e outros países ricos em estímulos à economia.
A ONU passou a defender a criação de uma nova moeda global única, que protegeria os mercados emergentes da especulação financeira. Enquanto existem ameaças de países ricos saírem da “zona do Euro” e uma crescente desconfiança da manutenção do dólar como principal moeda da reserva internacional.
Por sua vez, a UNCTAD lançou como uma hipótese real a criação de um tipo de banco central global (ou uma versão reformada do FMI), que emitiria uma moeda de reserva “artificial”. A ideia não é totalmente nova, uma moeda chamada “bancor” foi proposta em 1944, mas nunca obteve apoio.
“Há uma possibilidade de que os países concordem em trocar suas moedas atuais por uma nova. Esta moeda global única teria como lastro uma cesta de divisas de todos os membros”, explica o relatório da entidade.
A nova moeda auxiliaria a ajustar os desequilíbrios nos balanços de pagamento dos países, embora eles continuassem emitindo suas próprias divisas.
Certamente serão necessárias regras que determinem que os Bancos Centrais das nações intervenham no mercado de câmbio. Assim suas moedas se valorizarão ou ficarão mais baratas, dependendo do comportamento da economia global.
Para a Unctad, ao contrário de hoje, países com um grande déficit (como os Estados Unidos) e também os que possuem enormes superávit (como China e Alemanha) terão que ajustar as suas contas, não cabendo mais a responsabilidade apenas aos primeiros.
O modelo econômico atual tem uma tendência à deflação, já que os países deficitários são obrigados a reduzir as suas compras no exterior quando não conseguem mais financiamento. Enquanto isso, os superavitários não precisam aumentar as importações. Portanto, essa demanda menor reduz o preço dos produtos.
“Substituir o dólar com a moeda forte resolveria alguns dos problemas relacionados com o potencial dos países com grandes déficits e ajudaria a estabilidade”, explicou Detlef Kotte, um dos autores do relatório. “Mas também vamos precisar de um sistema de taxas de câmbio administradas. Os países devem manter estáveis suas taxas de câmbio reais [ajustadas pela inflação]. Bancos centrais teriam de intervir, mas poderiam ser instruídos por uma instituição multilateral, como o Fundo Monetário Internacional. ”
Embora muitos economistas tenham afirmado que a economia mundial precisa de uma correção imediata, nenhuma instituição importante, incluindo o G20 , ofereceu alternativas viáveis.
Embora vários países, incluindo China e Rússia, já tenham sugerido substituir o dólar como moeda de reserva mundial, esta é a primeira vez que uma grande instituição multinacional apoia a sugestão. Em 2009, o G8, grupo dos países mais ricos do mundo, já havia proposto a implementação de uma moeda global unificada, masque não teve o apoio necessário, pois a zona do Euro ainda não dava sinais de tanta fraqueza.
A moeda era chamada de “dinheiro do futuro” e contava com o lema “unidade na diversidade” e cinco estrelas que representariam os cinco continentes; as folhas do outro lado representariam supostamente a árvore da vida. Mais informações sobre esse sistema financeiro pode ser vista na guia “manifesto” do site nos artigos 1 e 2:
“ART. 1- “Unidade na diversidade” é o alicerce que move esta iniciativa, que começou em 1996. (..) Sua importância histórica é ainda maior do que a sua economia, é uma meta que se baseia na fé, esperança e a unificação das raízes culturais e espirituais.”
Ano passado, o papa Bento 16 sugeriu em um discurso a criação não só de uma moeda única, mas também de um governo único, cuja função seria segundo a encíclica Caritas en Veritatis: “(…) realizar um oportuno e integral desarmamento, a segurança alimentar e a paz, para garantir a salvaguarda do ambiente e para regulamentar os fluxos migratórios urge a presença de uma verdadeira Autoridade política mundial”.
Para os especialistas em escatologia, uma economia global unificada, sem papel-moeda, é necessária para cumprir a profecia de Apocalipse 13:16-18
Traduzido e Adaptado por Gospel Prime de Telegraph e Future World Currency
A ONU passou a defender a criação de uma nova moeda global única, que protegeria os mercados emergentes da especulação financeira. Enquanto existem ameaças de países ricos saírem da “zona do Euro” e uma crescente desconfiança da manutenção do dólar como principal moeda da reserva internacional.
Por sua vez, a UNCTAD lançou como uma hipótese real a criação de um tipo de banco central global (ou uma versão reformada do FMI), que emitiria uma moeda de reserva “artificial”. A ideia não é totalmente nova, uma moeda chamada “bancor” foi proposta em 1944, mas nunca obteve apoio.
“Há uma possibilidade de que os países concordem em trocar suas moedas atuais por uma nova. Esta moeda global única teria como lastro uma cesta de divisas de todos os membros”, explica o relatório da entidade.
A nova moeda auxiliaria a ajustar os desequilíbrios nos balanços de pagamento dos países, embora eles continuassem emitindo suas próprias divisas.
Certamente serão necessárias regras que determinem que os Bancos Centrais das nações intervenham no mercado de câmbio. Assim suas moedas se valorizarão ou ficarão mais baratas, dependendo do comportamento da economia global.
Para a Unctad, ao contrário de hoje, países com um grande déficit (como os Estados Unidos) e também os que possuem enormes superávit (como China e Alemanha) terão que ajustar as suas contas, não cabendo mais a responsabilidade apenas aos primeiros.
O modelo econômico atual tem uma tendência à deflação, já que os países deficitários são obrigados a reduzir as suas compras no exterior quando não conseguem mais financiamento. Enquanto isso, os superavitários não precisam aumentar as importações. Portanto, essa demanda menor reduz o preço dos produtos.
“Substituir o dólar com a moeda forte resolveria alguns dos problemas relacionados com o potencial dos países com grandes déficits e ajudaria a estabilidade”, explicou Detlef Kotte, um dos autores do relatório. “Mas também vamos precisar de um sistema de taxas de câmbio administradas. Os países devem manter estáveis suas taxas de câmbio reais [ajustadas pela inflação]. Bancos centrais teriam de intervir, mas poderiam ser instruídos por uma instituição multilateral, como o Fundo Monetário Internacional. ”
Embora muitos economistas tenham afirmado que a economia mundial precisa de uma correção imediata, nenhuma instituição importante, incluindo o G20 , ofereceu alternativas viáveis.
Embora vários países, incluindo China e Rússia, já tenham sugerido substituir o dólar como moeda de reserva mundial, esta é a primeira vez que uma grande instituição multinacional apoia a sugestão. Em 2009, o G8, grupo dos países mais ricos do mundo, já havia proposto a implementação de uma moeda global unificada, masque não teve o apoio necessário, pois a zona do Euro ainda não dava sinais de tanta fraqueza.
A moeda era chamada de “dinheiro do futuro” e contava com o lema “unidade na diversidade” e cinco estrelas que representariam os cinco continentes; as folhas do outro lado representariam supostamente a árvore da vida. Mais informações sobre esse sistema financeiro pode ser vista na guia “manifesto” do site nos artigos 1 e 2:
“ART. 1- “Unidade na diversidade” é o alicerce que move esta iniciativa, que começou em 1996. (..) Sua importância histórica é ainda maior do que a sua economia, é uma meta que se baseia na fé, esperança e a unificação das raízes culturais e espirituais.”
Ano passado, o papa Bento 16 sugeriu em um discurso a criação não só de uma moeda única, mas também de um governo único, cuja função seria segundo a encíclica Caritas en Veritatis: “(…) realizar um oportuno e integral desarmamento, a segurança alimentar e a paz, para garantir a salvaguarda do ambiente e para regulamentar os fluxos migratórios urge a presença de uma verdadeira Autoridade política mundial”.
Para os especialistas em escatologia, uma economia global unificada, sem papel-moeda, é necessária para cumprir a profecia de Apocalipse 13:16-18
Traduzido e Adaptado por Gospel Prime de Telegraph e Future World Currency
Depois de “avivamento”, governo iraniano declara a guerra aos cristãos
As autoridades iranianas confiscam milhares de Bíblias, destruíram igrejas, e fecham sites como parte de uma ofensiva total contra o cristianismo.
Segundo a agência cristã iraniana Mohabat News, um assessor do comitê de assuntos sociais do Parlamento do Irã confirmou que nos últimos meses foram confiscadas mais de 6.500 Bíblias, especialmente nas cidades de Zanjan e Abhar, Estado de Zanjan.
A agência oficial de notícias Mehr, a ação se justifica por que “os missionários cristãos têm feito uma campanha milionária, com publicidade enganosa para que a opinião pública e a juventude (do Irã) se afaste dos ensinamentos do Islã“ .
O aiatolá Hadi Jahangosha também expressou sua preocupação com a ” expansão do cristianismo entre os jovens”, culpando a disponibilidade de literatura, programas cristãos de televisão por satélite e meios eletrônicos. “É responsabilidade de todos os cidadãos do Irã que façam algo sobre isso e cumpram seu papel na difusão do Islã puro, lutando contra as culturas falsas e distorcidas do Ocidente”.
Um representante do governo disse que as Bíblias confiscadas “foram produzidas com uma melhor qualidade de papel, em tamanho de livro de bolso.” E acrescentou que “o importante neste assunto é que a polícia, os juízes e os líderes religiosos devem estar cientes que os cristãos estão se fortalecendo para enfrentar o Islã, caso contrário, qual o sentido de terem produzido este grande número de Bíblias?”
O confisco das Bíblias revela uma crescente pressão sobre as igrejas cristãs, como ocorreu recentemente na cidade de Kerman, onde as autoridades locais destruíram uma das principais igrejas da cidade. Existe a preocupação de que os prédios das igrejas cristãs em outras cidades também possam ser atacados e destruídos em breve.
Os lideres das igrejas cristãs iranianas denunciam que o governo de Mahmoud Ahmadinejad está preocupado pelos relatos que muitos muçulmanos estão se convertendo ao cristianismo nos últimos anos. Estima-se que o país já tem pelo menos 100.000 cristãos, em comparação com aproximadamente 500 cristãos conhecidos em 1979, segundo estimativas dos próprios representantes dos grupos cristãos.
A recente prisão do pastor Yousef Nadarkhani chamou atenção do mundo todo para a falta de liberdade religiosa no Irã e a perseguição aos pastores locais. O caso de Yousef ficou conhecido e, depois de múltiplos apelos, ele foi livre da pena de morte. Contudo, outros líderes têm sido presos e executados sem que o assunto seja muito divulgado para evitar reações internacionais parecidas.
O regime do Irã também iniciou uma ofensiva aos sites em língua persa que falam sobre a fé cristã. Entre os sites mais afetados pelos ataques está a agência Mohabat News , que serve aos cristãos de fala persa do Irã e de países vizinhos. O ataques sobrecarregaram os servidores, durante três dias, tirando do ar vários sites. Esse tipo de ataque cibernético não é novidade, mas tem se tornado mais comuns recentemente.
Nada é feito em segredo. O Ministério da Segurança do Irã se vangloria em ter eliminado uma rede de Internet que, segundo as autoridades, “fazia propaganda antirreligiosa no ciberespaço”, referindo-se concretamente a sites cristãos. O Ministério informou ainda que foram detidas várias pessoas por sua suposta implicação nesta rede subterrânea; e que o governo estabeleceu um comitê especial para regular o acesso à Internet e monitorar aos usuários.
A luta dos ex-muçulmanos no Egito
O Egito é quatro vezes maior que o Estado de São Paulo, mas a maior parte de seu território encontra-se no deserto. Somente 3% das terras são aráveis, as quais geralmente se encontram às margens do Rio Nilo. O cristianismo chegou ao Egito logo no 1º século a.C.. Segundo a tradição, foi o apóstolo Marcos que fundou a Igreja de Alexandria. Muitos movimentos cristãos importantes surgiram no Egito em anos posteriores. O cristianismo era a religião principal do Egito. O islamismo só chegou ao país séculos depois, e conversões em massa, destruição de milhares de igrejas e monastérios, massacres e perseguição aos cristãos fizeram da fé maometana a religião principal.
O cristianismo abrange em torno de 11% da população e sua participação percentual está crescendo lentamente, em função dos nascimentos em lares cristãos. A cada ano, o contingente cristão sofre baixas devido à emigração e à conversão ao islamismo.
A Igreja evangélica começou há 150 anos, e é ativa na implantação de igrejas e na área da educação e da saúde.
A perseguição
Embora os cristãos tenham liberdade religiosa, estão sujeitos à discriminação por parte da sociedade e de representantes do governo.
Certo líder cristão afirmou: “A situação que vejo a meu redor frequentemente me entristece. Em minha cidade, que costumava ser inteiramente cristã, o quadro piora diariamente. A maioria da população tornou-se muçulmana e muitos cristãos saíram do país ou foram para cidades maiores. Aqueles que permaneceram vivem geralmente em estado de extrema pobreza.”
“Existem muitas pessoas que se autodenominam cristãs, mas dificilmente sabem alguma coisa sobre Cristo. A maioria não possui Bíblia e tampouco treinamento. É muito fácil os cristãos serem influenciados pelas doutrinas islâmicas e renunciarem à fé cristã, às vezes estimulados por ganhos materiais.”
“O mandamento de Deus para nós aqui, ao norte do Egito, é “fortalecer os fracos, trazer de volta os desgarrados e buscar os perdidos”, ou seja, cuidar de seu rebanho. Tentamos fazer isso de diversas formas. Em primeiro lugar, por meio de nossas aulas de alfabetização. Esse é um trabalho muito eficaz que tem levado muitos a conhecerem Jesus Cristo. Em segundo lugar, iniciamos um novo sistema de cursos bíblicos por correspondência.
Com a falta de pastores em muitas igrejas, também iniciamos um programa de treinamento para líderes leigos que possam assumir a responsabilidade por suas respectivas comunidades. O treinamento desses jovens da região é a chave não somente para a sobrevivência da Igreja, mas também para seu crescimento e expansão. Além disso, estamos estabelecendo grupos de estudo bíblico. Vamos de aldeia em aldeia, formamos pequenos grupos e semanalmente estudamos a Bíblia e cantamos na casa de um dos integrantes.”
“Pelo fato de as garotas adolescentes formarem um grupo vulnerável em nossa sociedade pois são frequentemente sequestradas, forçadas a se casar com muçulmanso e convertidas à força para a fé maometana, nós temos organizado conferências regulares para elas, nas quais abordamos temas como a dinâmica do casamento cristão, doutrinas básicas da fé, e como lidar com o medo. Elas correm o risco de serem estupradas por garotos muçulmanos e, de certa forma, obrigadas a se casar com eles”.
Esse líder cristão ainda revela que ele e outros cristãos das áreas rurais são perseguidos e ameaçados com frequência. Opositores já mandaram cães ferozes atacá-los e locais de reunião já foram incendiados.
Ele ainda relata: “Às vezes, as atividades e pressões me afetam. Outro dia, a polícia me convocou para um interrogatório e queria saber por onde eu havia andado. Ainda por cima, alguns membros de minha família tentaram me convencer a emigrar para a Austrália. Devo confessar que considerei seriamente a questão! Minha saúde está abalada, o fardo é pesado e a caminhada é difícil. Mas o Senhor gentilmente me lembrou do Salmo 126.5: “Os que com lágrimas semeiam, com júbilo ceifarão”. Perguntei a Deus se outra pessoa poderia chorar minhas lágrimas por algum tempo”.
A luta dos ex-muçulmanos
Os muçulmanos que se convertem sofrem severa perseguição também. Eles podem ser marginalizados pela sociedade, presos, torturados e até mortos.
Tudo isso acontece, em primeiro lugar, porque o governo não reconhece a conversão de muçulmanos para outra religião.
Embora vários muçulmanos se convertam ao cristianismo a cada ano, o estigma social de deixar o islã força a maioria a esconder a decisão. A designação religiosa de “muçulmano” na identidade obriga que eles tenham uma vida dupla. São obrigados a se casar segundo a sharia (lei islâmica) e suas crianças têm de receber instrução religiosa islâmica na escola.
Motivos de oração
1. A Igreja beneficia-se de sua tradição. Ore para que os muçulmanos respeitem as antigas raízes da Igreja local. Ore também para que a liberdade de culto seja mantida e a liberdade de evangelização aumente.
2. Os novos convertidos enfrentam uma grande perseguição social. Ore por aqueles que deixaram a fé islâmica a fim de abraçar o cristianismo. Estes cristãos enfrentam muitas pressões e ameaças da sociedade e são frequentemente obrigados a conviver com a solidão e o perigo constante.
3. Os cristãos sofrem com os problemas econômicos do Egito. Ore para que os cristãos descubram meios de servir ao Egito e apresentem soluções aos problemas do país. Ore ainda para que os ocidentais também encontrem formas de ajudar a região.
Fonte: Missão Portas Abertas
O cristianismo abrange em torno de 11% da população e sua participação percentual está crescendo lentamente, em função dos nascimentos em lares cristãos. A cada ano, o contingente cristão sofre baixas devido à emigração e à conversão ao islamismo.
A Igreja evangélica começou há 150 anos, e é ativa na implantação de igrejas e na área da educação e da saúde.
A perseguição
Embora os cristãos tenham liberdade religiosa, estão sujeitos à discriminação por parte da sociedade e de representantes do governo.
Certo líder cristão afirmou: “A situação que vejo a meu redor frequentemente me entristece. Em minha cidade, que costumava ser inteiramente cristã, o quadro piora diariamente. A maioria da população tornou-se muçulmana e muitos cristãos saíram do país ou foram para cidades maiores. Aqueles que permaneceram vivem geralmente em estado de extrema pobreza.”
“Existem muitas pessoas que se autodenominam cristãs, mas dificilmente sabem alguma coisa sobre Cristo. A maioria não possui Bíblia e tampouco treinamento. É muito fácil os cristãos serem influenciados pelas doutrinas islâmicas e renunciarem à fé cristã, às vezes estimulados por ganhos materiais.”
“O mandamento de Deus para nós aqui, ao norte do Egito, é “fortalecer os fracos, trazer de volta os desgarrados e buscar os perdidos”, ou seja, cuidar de seu rebanho. Tentamos fazer isso de diversas formas. Em primeiro lugar, por meio de nossas aulas de alfabetização. Esse é um trabalho muito eficaz que tem levado muitos a conhecerem Jesus Cristo. Em segundo lugar, iniciamos um novo sistema de cursos bíblicos por correspondência.
Com a falta de pastores em muitas igrejas, também iniciamos um programa de treinamento para líderes leigos que possam assumir a responsabilidade por suas respectivas comunidades. O treinamento desses jovens da região é a chave não somente para a sobrevivência da Igreja, mas também para seu crescimento e expansão. Além disso, estamos estabelecendo grupos de estudo bíblico. Vamos de aldeia em aldeia, formamos pequenos grupos e semanalmente estudamos a Bíblia e cantamos na casa de um dos integrantes.”
“Pelo fato de as garotas adolescentes formarem um grupo vulnerável em nossa sociedade pois são frequentemente sequestradas, forçadas a se casar com muçulmanso e convertidas à força para a fé maometana, nós temos organizado conferências regulares para elas, nas quais abordamos temas como a dinâmica do casamento cristão, doutrinas básicas da fé, e como lidar com o medo. Elas correm o risco de serem estupradas por garotos muçulmanos e, de certa forma, obrigadas a se casar com eles”.
Esse líder cristão ainda revela que ele e outros cristãos das áreas rurais são perseguidos e ameaçados com frequência. Opositores já mandaram cães ferozes atacá-los e locais de reunião já foram incendiados.
Ele ainda relata: “Às vezes, as atividades e pressões me afetam. Outro dia, a polícia me convocou para um interrogatório e queria saber por onde eu havia andado. Ainda por cima, alguns membros de minha família tentaram me convencer a emigrar para a Austrália. Devo confessar que considerei seriamente a questão! Minha saúde está abalada, o fardo é pesado e a caminhada é difícil. Mas o Senhor gentilmente me lembrou do Salmo 126.5: “Os que com lágrimas semeiam, com júbilo ceifarão”. Perguntei a Deus se outra pessoa poderia chorar minhas lágrimas por algum tempo”.
A luta dos ex-muçulmanos
Os muçulmanos que se convertem sofrem severa perseguição também. Eles podem ser marginalizados pela sociedade, presos, torturados e até mortos.
Tudo isso acontece, em primeiro lugar, porque o governo não reconhece a conversão de muçulmanos para outra religião.
Embora vários muçulmanos se convertam ao cristianismo a cada ano, o estigma social de deixar o islã força a maioria a esconder a decisão. A designação religiosa de “muçulmano” na identidade obriga que eles tenham uma vida dupla. São obrigados a se casar segundo a sharia (lei islâmica) e suas crianças têm de receber instrução religiosa islâmica na escola.
Motivos de oração
1. A Igreja beneficia-se de sua tradição. Ore para que os muçulmanos respeitem as antigas raízes da Igreja local. Ore também para que a liberdade de culto seja mantida e a liberdade de evangelização aumente.
2. Os novos convertidos enfrentam uma grande perseguição social. Ore por aqueles que deixaram a fé islâmica a fim de abraçar o cristianismo. Estes cristãos enfrentam muitas pressões e ameaças da sociedade e são frequentemente obrigados a conviver com a solidão e o perigo constante.
3. Os cristãos sofrem com os problemas econômicos do Egito. Ore para que os cristãos descubram meios de servir ao Egito e apresentem soluções aos problemas do país. Ore ainda para que os ocidentais também encontrem formas de ajudar a região.
Fonte: Missão Portas Abertas
Cristãos são atacados no Nepal
Dois anos depois de uma explosão que sacudiu uma das maiores igrejas católicas do Nepal e matou três pessoas, o grupo clandestino que orquestrou esse ataque assumiu a responsabilidade por outra explosão nessa semana.
Uma bomba explodiu no dia 22 de novembro na frente do escritório de um líder de uma organização cristã beneficente. O medo e a insegurança entre os cristãos estão cada vez mais latente.
No mesmo dia do ataque, no distrito nordeste Sindhupalchowk, moradores de uma vila predominante budista de Danchhe agrediram dois cristãos que estavam se dirigindo para um culto em uma casa, deixando um deles inconsciente.
A polícia ainda está investigando a explosão em frente ao escritório da missão Nações Unida pelo Nepal (UMN). A bomba explodiu, mas não fez vítimas ou danos no escritório da UMN.
A polícia encontrou em frente ao local do ataque folhetos de que levava a assinatura de um membro sênior do Exército de Defesa do Nepal (NDA), grupo militante armado que aterrorizam cristãos e muçulmanos, forçando que eles saiam do país.
Os folhetos continham afirmações que diziam que a maioria da população do Nepal era hindu e que, portanto, o país deveria ser considerado hindu. Os panfletos também acusam a UMN de converter hindus ao cristianismo.
O mentor do ataque contra a igreja, Ram Prasad Mainali, foi preso há quatro meses atrás, mas manteve-se com suas atividades criminosas. No início desse ano, a polícia também prendeu seis pessoas que admitiram estar seguindo instruções de Mainali para desencadear novas explosões em locais públicos.
Apesar da revelação, o novo governo do Nepal iniciou negociações com o NDA, oferecendo anistia para o líder Mainali e outros líderes do grupo que também foram presos caso eles se comprometessem a entregar as armas que eles possuem.
“Esta é uma questão extremamente sensível. Há crescentes ondas de ataques contras as minorias religiosas que estão no Nepal”, disse o secretário-geral da federação.
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