17.11.13
Fernanda Brum - A tua glória faz ♫
♫ Faz estremecer tudo em mim
Faz derreter meu coração
Me tira o medo, me conta segredos
Aumenta minha fé, revela quem és.
Tu és Emanuel
Por mim se entregou
Nunca ninguém assim, me amou!
A Tua glória faz com que eu voe mais
Leva bem junto a Ti, me faz flutuar
Ao som da Tua voz pulsa o meu coração
Teu derramar de amor me faz dançar!
Dançarei, dançarei para Tua glória Senhor
Viverei, viverei para Tua glória Senhor
Dançarei, dançarei para Tua glória Senhor
Viverei para Tua glória Senhor! ♫
Classificação de países por perseguição CONFIRA A NOVA CLASSIFICAÇÃO DE PAÍSES POR PERSEGUIÇÃO 2013!
Perseguição é "toda e qualquer hostilidade vivenciada em qualquer lugar do mundo, como resultado da identificação de uma pessoa com Cristo. Isso inclui atitudes, palavras ou ações hostis contra os cristãos, partindo de fora do cristianismo ou em meio a ele". Ron Boyd-MacMillan;Com base em experiências de campo, anualmente, a Portas Abertas publica uma lista com os 50 países mais opressores ao cristianismo. Há três principais objetivos para esse levantamento: fazer dessa classificação um instrumento mais preciso de medição da extensão da perseguição aos cristãos hoje; determinar onde a necessidade é mais urgente e; assim, planejar melhor projetos e ações.
A perseguição religiosa no Tadjiquistão
A Portas Abertas estima que o número de cristãos no Tadjiquistão seja equivalente a pouco mais de 1% da população. Oficialmente, há liberdade religiosa no país, mas localmente, as pessoas que se tornam cristãs enfrentam ameaças, agressões e outras formas de perseguição de mulás (líderes religiosos islâmicos), autoridades locais, vizinhos e familiares
Em tese, viver no Tadjiquistão significa ser muçulmano. A Igreja, composta por pessoas da etnia tadjique, é nova; metade da população do país tem menos de 18 anos de idade. A importação oficial das Escrituras e livros cristãos é muito restrita.
Em julho de 2012, uma lei foi coloca em prática: ela proíbe cidadãos tadjiques de ir ao exterior a fim de receber educação religiosa, pregar e ensinar doutrinas religiosas ou estabelecer laços com organizações religiosas estrangeiras. Embora essa lei tenha como alvo qualquer religião, inclusive grupos minoritários islâmicos, os cristãos são os mais afetados por ela.
Não há nenhuma escola bíblica doméstica ou um centro de treinamento religioso no país. Qualquer curso numa igreja local deve ser reportado às autoridades. Outra restrição típica dos países da Ásia Central é o requerimento para obter permissão para imprimir ou importar qualquer material religioso. O órgão do governo responsável é o Comitê de Assuntos Religiosos que, na maioria dos casos, não emite a permissão.
O governo também controla rigidamente a importação e distribuição de materiais religiosos. Organizações religiosas foram intimadas a submeter, um mês antes da distribuição, cópias de todas as suas publicações ao Ministério da Cultura, a fim de obter aprovação.
Sob a Lei de Liberdade de Consciência, associações religiosas podem importar um número não especificado de materiais religiosos. No passado, o governo não permitia grandes remessas de livros para organizações cristãs. A violência é um meio que o governo utiliza raramente, mas de vez em quando, há ataques contra igrejas; cristãos são fisicamente prejudicados ou têm até mesmo de fugir de suas vilas. Esse é o caso dos cristãos ex-muçulmanos.
Em julho de 2012, uma lei foi coloca em prática: ela proíbe cidadãos tadjiques de ir ao exterior a fim de receber educação religiosa, pregar e ensinar doutrinas religiosas ou estabelecer laços com organizações religiosas estrangeiras. Embora essa lei tenha como alvo qualquer religião, inclusive grupos minoritários islâmicos, os cristãos são os mais afetados por ela.
Não há nenhuma escola bíblica doméstica ou um centro de treinamento religioso no país. Qualquer curso numa igreja local deve ser reportado às autoridades. Outra restrição típica dos países da Ásia Central é o requerimento para obter permissão para imprimir ou importar qualquer material religioso. O órgão do governo responsável é o Comitê de Assuntos Religiosos que, na maioria dos casos, não emite a permissão.
O governo também controla rigidamente a importação e distribuição de materiais religiosos. Organizações religiosas foram intimadas a submeter, um mês antes da distribuição, cópias de todas as suas publicações ao Ministério da Cultura, a fim de obter aprovação.
Sob a Lei de Liberdade de Consciência, associações religiosas podem importar um número não especificado de materiais religiosos. No passado, o governo não permitia grandes remessas de livros para organizações cristãs. A violência é um meio que o governo utiliza raramente, mas de vez em quando, há ataques contra igrejas; cristãos são fisicamente prejudicados ou têm até mesmo de fugir de suas vilas. Esse é o caso dos cristãos ex-muçulmanos.
Na Classificação de países por perseguição, o Tadjiquistão ocupa o 44º lugar.
Relatos da violência contra cristãos na República Centro-Africana –
A caminho de Kongbo, rebeldes Seleka pararam na sede da União das Igrejas Elim. De lá, levaram contêineres, carros, motos e bicicletas além de saquear as casas dos alunos e funcionários do Instituto Bíblico Elim (IBE)
Igrejas católicas e protestantes foram saqueadas, bem como empresas cristãs. Rebeldes esvaziaram lojas, roubaram casas e levaram milhões de francos CFA em troca de vidas. Eles, então, atacaram edifícios administrativos e fizeram grande dano às propriedades do Estado e empresas privadas.
Quando passaram pela sub-região de Kembé, mataram várias pessoas, incluindo o comandante da brigada policial. Eles queimaram casas nas aldeias de Ndékpéré-Mboyo e Satema como punição aos soldados do exército que esconderam seus carros. Prédios do governo também foram destruídos e documentos oficiais queimados.
Novamente, igrejas católicas e protestantes, assim como as residências de seus funcionários, foram saqueadas e empresas cristãs locais, explorações agrícolas e de pesca, prejudicadas. Em seguida, rebeldes invadiram a pequena cidade mineira de diamante e ouro de Mingala. Lá, eles também expulsaram cristãos e levaram tudo o que encontraram de comida e dinheiro.
Nenhuma das aldeias a caminho das cidades maiores foram poupadas. Instituições cristãs em todos os lugares, empresas e fazendas tornaram-se vítimas dos rebeldes que roubaram das pessoas toda a sua comida e suprimentos. Os rebeldes intimidaram as pessoas com uma arma, empurrando-as para o chão, na tentativa de levá-las a desistir de bens ocultos, tais como dinheiro.
Mobaye, a capital regional, caiu em 7 de fevereiro desse ano. Os rebeldes saquearam o centro administrativo da cidade, destruíram o edifício e queimaram todos os documentos. Em seguida, eles foram ao hospital e roubaram medicamentos, camas, rádios e equipamentos de radiologia. Pegaram todos os remédios de tuberculose e lepra e levaram portas e janelas.
O centro social, onde ficam os órfãos, viúvas e deficientes físicos também foi atacado. Os rebeldes destruíram o interior do edifício, queimaram todos os documentos e roubaram as motos. Um funcionário de alto escalão do Tribunal de Justiça, conhecido apenas como Sr. François, foi espancado e deixado para morrer.
Na Igreja Elim II, eles bateram em um pastor até a morte na frente de seu filho. A Portas Abertas está trabalhando na aquisição de mais detalhes, mas soube que, como o filho estava chorando em voz alta, os rebeldes o aquietaram puxando sua orelha para trás até sangrar. Alguns espectadores foram corajosos o suficiente para intervir e levaram-no a um hospital na República Democrática do Congo.
O pastor Sanbo, de Elim I, foi capturado e forçado a entregar os 150 mil francos CFA que tinha. Os rebeldes haviam prometido voltar à igreja para pegar mais dinheiro, que eles sabiam que estava escondido. Ao retornarem, o pastor havia fugido, mas eles invadiram sua casa e roubaram tudo de valor.
Outro pastor, da Igreja Batista, estava em missão em Kembé, mas rebeldes arrombaram a porta e a janela da igreja e, em seguida, tiraram de sua casa roupas e materiais de construção. Empresas cristãs, fazendas, peixarias e casas foram saqueadas.
A Portas Abertas tem acompanhado a situação, tanto quanto possível. Inclusive, um colaborador na região foi forçado a se esconder dentro de casa, juntamente com os demais moradores de Bangui.
Pedidos de oração
- Ore pelo povo da República Centro-Africana, para que a paz seja restabelecida no país.
- Peça pela provisão de Deus para quem enfrenta opressão e violência.
- Interceda pela misericórdia de Deus sobre a vida dos rebeldes Seleka, para que eles sejam alcançados pelo evangelho e possam entregar suas vidas a Cristo.
- http://www.portasabertas.org.br/noticias/2013/11/2817349/
27.9.13
Como a Igreja no Egito está sendo socorrida?
Através da mobilização da Igreja no Brasil e ao redor do mundo, cristãos egípcios têm recebido recursos para reconstruir suas vidas após os conflitos recentes no país. A campanha Ajude o Egito, Agora tem gerado resultados importantes. Ainda dá tempo de participar!

Relatos de cristãos locais revelam que os últimos meses foram realmente tensos no Egito. Uma série de ataques extremistas destruiu igrejas e casas de cristãos. Muitos fundamentalistas acreditavam que os cristãos eram culpados pelas mudanças no governo e, por isso, se vingaram, atacando suas propriedades.
Nesse contexto, a Portas Abertas Brasil está promovendo a campanha Ajude o Egito, Agora!, que tem por objetivo mobilizar os brasileiros em prol dos cristãos egípcios. As doações arrecadadas irão beneficiar irmãos egípcios que precisam reabrir seus negócios, auxiliar aqueles em situação de emergência financeira, além de apoiar espiritualmente a Igreja como um todo.
O que já tem sido feito
Os recursos levantados já ajudaram 68 famílias que perderam suas casas ou lojas e tiveram seus meios de sobrevivência tirados abruptamente. Além disso, 120 crianças receberam novas roupas e material escolar (já que os seus próprios foram queimados).
Outras 100 moças que apoiavam suas famílias através do trabalho foram ajudadas financeiramente, já que, durante esses tempos difíceis, elas não puderam trabalhar e, por isso, não tinham como comprar comida.
Ontem (25), mais 10 famílias foram ajudadas na cidade de Minya, uma das mais afetadas.
Para a próxima semana, há mais 15 famílias que precisam ser socorridas de maneira urgente , assim como outras 100 moças e suas famílias, que não têm o que comer.
Ajude o Egito, Agora!
Você pode socorrer esses irmãos para que continuem firmes em sua fé, apesar de toda a opressão, e recebam recursos em meio à necessidade extrema. Ore, doe e engaje-se nessa causa. Envolva seus amigos e sua igreja: www.portasabertas.org.br/egito
Relatos de cristãos locais revelam que os últimos meses foram realmente tensos no Egito. Uma série de ataques extremistas destruiu igrejas e casas de cristãos. Muitos fundamentalistas acreditavam que os cristãos eram culpados pelas mudanças no governo e, por isso, se vingaram, atacando suas propriedades.
Nesse contexto, a Portas Abertas Brasil está promovendo a campanha Ajude o Egito, Agora!, que tem por objetivo mobilizar os brasileiros em prol dos cristãos egípcios. As doações arrecadadas irão beneficiar irmãos egípcios que precisam reabrir seus negócios, auxiliar aqueles em situação de emergência financeira, além de apoiar espiritualmente a Igreja como um todo.
O que já tem sido feito
Os recursos levantados já ajudaram 68 famílias que perderam suas casas ou lojas e tiveram seus meios de sobrevivência tirados abruptamente. Além disso, 120 crianças receberam novas roupas e material escolar (já que os seus próprios foram queimados).
Outras 100 moças que apoiavam suas famílias através do trabalho foram ajudadas financeiramente, já que, durante esses tempos difíceis, elas não puderam trabalhar e, por isso, não tinham como comprar comida.
Ontem (25), mais 10 famílias foram ajudadas na cidade de Minya, uma das mais afetadas.
Para a próxima semana, há mais 15 famílias que precisam ser socorridas de maneira urgente , assim como outras 100 moças e suas famílias, que não têm o que comer.
Ajude o Egito, Agora!
Você pode socorrer esses irmãos para que continuem firmes em sua fé, apesar de toda a opressão, e recebam recursos em meio à necessidade extrema. Ore, doe e engaje-se nessa causa. Envolva seus amigos e sua igreja: www.portasabertas.org.br/egito
19.9.13
Repórter mostra luta de cristãos na Síria
Repórter mostra luta de cristãos na Síria para impedir avanço de rebeldes; Muçulmanos tem decapitado quem não se converte ao islamismo.
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A jornalista Maria Finoshina, correspondente de guerra do portal RT, visitou o vilarejo de Maaloula, onde os 2 mil moradores se juntaram ao Exército sírio para defender o local dos rebeldes, e impedir que eles avancem sobre a região.Um dos temores dos moradores, em sua maioria cristãos, é que os rebeldes forcem a conversão ao islamismo, sob pena de decapitação, como tem sido feito em diversas regiões do país.
“Alguns moradores, que afirmam que os rebeldes têm recorrido a pilhagens, execuções e obrigam os moradores a se converter ao islamismo, escolheram se juntar ao Exército para defender sua aldeia”, relatou Finoshina.
Saba Ubeid, dono de uma loja na aldeia, disse que em 2012, ele tinha certeza de que os rebeldes nunca iriam para a aldeia, mas agora, na iminência da invasão, ele estava armado com um revólver lutando ao lado dos soldados sírios. “Eles mandaram os terroristas aqui de todos os cantos do mundo para matar povo sírio e uns aos outros. Por quê? Pergunto ao mundo, por quê? Enquanto na Europa se um cidadão recebe simplesmente um tapa na cara dele, isso se torna um escândalo, aqui na Síria… Quantas vítimas, quantas centenas de milhares de pessoas foram abatidas? Quando isso vai parar?”, questionou.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=fd9ZShmNzfc
Egito
Dois cristãos coptas foram mortos por se recusarem a pagar o imposto Jizya, uma taxa criada pela maioria muçulmana exclusivamente para cristãos.
Segundo a Agência Internacional de Notícias Assíria (AINA), Emad Damian, 50 anos, e seu primo Medhat Damian, 37 anos, eram funcionários do governo e moradores da aldeia de Sahel Selim, na província de Assuit.
Dois dias antes de sua morte, eles foram contatados por Ashraf Ahmed Mohammed Khalajah, líder de uma gangue muçulmana, que exigiu £ 10 mil libras egípcias para a compra de armas.
Como não tinham o dinheiro para quitar a extorsão, acabaram mortos. Segundo a AINA, a polícia local foi informada sobre as ameaças, mas não fez nada para impedir a tentativa de extorsão e o assassinato, e mesmo após as mortes, o mandante do crime continua livre.
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